Em 1975, dois anos depois de ser campeão pela segunda vez nos Knicks (enquanto jogador), Phil Jackson escreveu um livro chamado "Maverick" ("Rebelde", em português). Nessa altura era assim que se sentia: um rebelde, no basquetebol e na vida. Dizia-se incapaz de alguma vez ser treinador na NBA - os egos dos jogadores eram um problema que não ia ultrapassar.
Parece ironia, até impossível, que o homem que acabaria por levar Michael Jordan e os Chicago Bulls a seis títulos da NBA, Kobe Bryant e os LA Lakers a outros cinco tenha pensado que isto de ser treinador não era vida para ele. Jackson foi um líder, capaz de gerir um balneário apenas com o silêncio, de se impor pela calma (a alcunha de Zen Master não é coincidência).
Depois de juntar mais um anel de campeão, o 11.º, no ano passado, o técnico mais vitorioso da história da NBA já tinha dito que esta seria a sua última aventura como treinador. Para trás fica uma carreira difícil de igualar. Jackson ganhou 70% dos jogos da época regular (69% nos playoffs).
É o único treinador em qualquer desporto profissional americano com mais de dez títulos.
Parece ironia, até impossível, que o homem que acabaria por levar Michael Jordan e os Chicago Bulls a seis títulos da NBA, Kobe Bryant e os LA Lakers a outros cinco tenha pensado que isto de ser treinador não era vida para ele. Jackson foi um líder, capaz de gerir um balneário apenas com o silêncio, de se impor pela calma (a alcunha de Zen Master não é coincidência).
Depois de juntar mais um anel de campeão, o 11.º, no ano passado, o técnico mais vitorioso da história da NBA já tinha dito que esta seria a sua última aventura como treinador. Para trás fica uma carreira difícil de igualar. Jackson ganhou 70% dos jogos da época regular (69% nos playoffs).
É o único treinador em qualquer desporto profissional americano com mais de dez títulos.

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